Cultura

Você é um “conector”?

Você é um conector? O que você faz quando encontra alguém com uma ideia ou negócio massa que você vê muita sinergia com o que outro empreendedor já está fazendo ou quer fazer? Eu não penso duas vezes, vou e CONECTO mesmo.

Chamo cada um no “privado”, pergunto se é de interesse deles em conhecer novas pessoas e, se a resposta é positiva, fazemos a mágica ACONTECER. Só nesta semana foram cinco grupos novos de Whats criados, uns três almoços marcados para fazer alguma conexão diferente.

Mas o que acontece depois disso? Claro, nem todas as conexões devem ou podem resultar em algo maior do que uma simples conversa. Só o simples fato de CONECTAR mesmo, de ver as pessoas se conhecerem, trocarem o que quer que seja, já é uma experiência muito bacana!

Você é um conector?

Claro, aí você pergunta: “mas Rafa, o que tu ganhas com isso”? Aí eu te respondo: ganho muita coisa. A primeira delas é, muitas vezes, um sorriso de ambas as partes. Sabe essa gasolina que todo mundo tá fazendo fila pra abastecer nos postos, a minha são esses SORRISOS. Vivo disso, respiro isso, meu propósito hoje posso falar que é realmente esse. Já é um motivo para que você exercite também.

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O simples fato de CONECTAR já é uma experiência muito bacana! (Crédito: Shutterstock)

A segunda, e que aprendi durante todos esses anos, é que essas fagulhas que tu acendes pelo caminho SEMPRE resultam em alguma AÇÃO. Essa ação não está condicionada a uma métrica de tempo específica, ou seja, pode ocorrer daqui uma semana, como também daqui uns anos. Mas como eu disse, ela tende a acontecer sim ou sim, em algum momento FUTURO.

A terceira é que as pessoas se contaminam com a tua ação. Mesmo que a pessoa utilize aquela tua disposição para algo em prol dela mesma, em algum momento ela acaba se dando conta de que “doando” ela tem um caminho mais facilitado para que as coisas aconteçam também. E aí o CÍRCULO se fecha novamente e aquela ação, lá no começo, gera um fruto para quem começou todo o movimento.

Mas uma das coisas que ainda não descobri é como essa ação pode gerar um negócio imediato. Ou seja, se eu quisesse viver como um “conector”, seria possível? Como as pessoas nos enxergam? Elas nos enxergam? E que valor passamos? Sei, pareço certo personagem com mais perguntas que respostas, mas, nessa semana, onde a conexão fluiu e me deixou em êxtase, me peguei a pensar mais profundamente nisso.

E você? É UM CONECTOR? Como você se vê? Como você se alimenta? Onde vive? Fala aí pra mim!

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Rafael Leite

Empreendedor, conector de pessoas por propósito, jornalista, criativo, apaixonado por tecnologia. Trabalhou durante anos na iniciativa pública com abertura de dados, startups, identificação de ecossistemas de inovação, criação de comunidades e redes sociais.

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