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Ciência

Quais são as empresas que estão disputando a corrida espacial do século XXI?

SpaceX não é a única quando o assunto é a exploração do cosmos

Estamos na era de ouro da exploração do cosmos. Empresas privadas estão disputando a maior corrida espacial de todos os tempos, impulsionando os avanços científicos e o desenvolvimento de novas tecnologias.

Embora Elon Musk (SpaceX) e Jeff Bezos (Blue Origin) sejam os nomes mais citados quando o assunto é exploração espacial, existem pelo menos 14 empresas e startups que ainda não podem se financiar no mesmo nível, mas que estão contando com o apoio de investidores bilionários.

Corrida espacial do século XXI

Dentre os investidores estão nomes como Bill Gates (Microsoft), Mark Zuckerberg (Facebook), Larry Page (Google), Sergey Brin (Google), Eric Schmidt (Google) e Richard Branson (Virigin). Juntos, somam um patrimônio líquido de US$ 513 bilhões de dólares em investimentos na indústria espacial.

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Estamos na era de ouro da exploração espacial (Crédito: Shutterstock)

Richard Brason investiu mais de US$ 600 milhões na Virgin Galactic para impulsionar os voos comerciais com destino ao espaço suborbital antes do final de 2018. Já o magnata dos cassinos Sheldon Adelson está investindo na israelense SpaceIL para financiando uma missão lunar.

Confira a seguir as iniciativas e os investidores que as estão apoiando:

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Hoje, mais de 225 iniciativas privadas (não bilionárias) estão recebendo financiamento de redes como a Space Angels, que investe nos melhores empreendimentos espaciais em estágio inicial do planeta. Por conta disso, o número de startups espaciais tem crescido cada vez mais:

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Mesmo que muitas destas startups jamais concretizem resultados significativos, nunca é demais lembrar que, historicamente, a competição acaba trazendo resultados positivos para a humanidade.

Como exemplo, basta pensar na corrida espacial disputada pelos Estados Unidos e União Soviética (1957-1975). Os benefícios da competição não cessaram em 1975, mas podem ser vistos até os dias de hoje.

Especialistas afirmam que tanto os satélites de que dependemos para os sinais de GPS quanto os smartphones que usamos para praticamente tudo provavelmente não existiriam caso a corrida espacial jamais tivesse ocorrido.

Em síntese, quanto mais empresas e startups iniciam no mercado espacial, mais possibilidades temos de desfrutar do que há de melhor em termos de inovação, tecnologia e investigação científica.

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