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Educação

O futuro da educação começa no presente

Você considera que a educação é algo importante para o futuro?

Para que essa leitura seja realmente de impacto para você, peço que primeiramente responda a uma pergunta (a qual a resposta parece bastante fácil): você considera que a educação é algo importante para o futuro? Como eu acredito que a resposta foi sim, tomo a liberdade de seguir em frente.

Recentemente, em minha aula de mestrado em administração, falávamos sobre a evolução de nossas formas de aprendizado e de todos os desafios que nos são impostos, entre eles o grande volume de trabalhos a realizar, como a leitura de um incontável número de artigos, que ainda precisam ser analisados, discutidos, enfim…

Penso muitas vezes que esta é realmente uma rotina cansativa, que exige demais de quem está inserido neste contexto, mas logo mudo de opinião à medida que vejo o quanto o estudo, e a consequente qualificação que ele pode proporcionar, seguem sendo fator de diferenciação para obtenção de vagas nos mais diversos nichos de mercado.

A educação é, sim, importante

Uso o exemplo do mestrado apenas porque é a posição onde me encontro, mas, de fato, a educação é importante, seja em qual nível for (técnico, tecnólogo, ensino superior, etc), e precisamos entender que sua importância não está simplesmente na obtenção de um diploma (a simples representação material de que um curso foi concluído), mas em tudo aquilo que ela representa, como o desenvolvimento do cidadão de forma geral.

Infelizmente, vivemos em um país onde o acesso aos bancos escolares não é nada fácil, e os fatores que justificam isso não são poucos, por sinal, são incontáveis.

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Vivemos em um país onde o acesso aos bancos escolares não é nada fácil (Crédito: Shutterstock)

Se assistirmos as notícias divulgadas nas mídias que envolvem desvio de verbas, condições de salas de aula, acesso a bolsas de pesquisa, naturalmente entenderemos ainda mais o quanto essas dificuldades são inerentes à nossa realidade.

Contudo, gostaria de conduzir a reflexão de outra forma, buscando e abordando mais o lado positivista, pois é com ele que devemos visualizar o que há de bom e o que ainda podemos fazer de melhor.

Para isso, minha opinião é de que a primeira observação que devemos fazer é procurar investir o tempo que pudermos de nosso dia na obtenção de informações, das mais variadas.

A evolução do conhecimento está ocorrendo de forma tão rápida e intensa que não somente os bancos escolares estão preenchendo estas lacunas. Pesquisas em boas fontes são muito bem-vindas, e já ajudarão significativamente na formação de bases conceituais sobre os mais variados assuntos.

Segundo informações de sites especializados, a grande tendência é que em um futuro próximo (e este próximo não representa mais do que uma década) dispositivos eletrônicos móveis poderão substituir os livros por completo. Hoje, os e-books já são uma realidade, então é importante que estejamos atentos a este tipo de tecnologia.

As aulas multimídia também passam a fazer parte do cenário educacional com uma força ainda maior, onde jogos já estão sendo incorporados ao ambiente escolar proporcionando o compartilhamento de uma aula entre alunos de diferentes continentes, em tempo real, com muito mais produtividade e acréscimo dos níveis de interesse.

O avanço da educação à distância

Um exemplo que demonstra bem essa condição é o avanço da educação à distância nos últimos anos. No Brasil, de acordo com o Ministério da Educação, entre 2003 e 2013 aproximadamente um terço das matrículas em ensino superior correspondem ao ensino a distância.

Isso demonstra a força desde método (que já não pode mais ser chamado de novo). Em nível mundial, muitas escolas de negócio estão investindo na elaboração de novos conteúdos e plataformas alternativas para atendimento das necessidades multinacionais.

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A educação à distância tem avançado no Brasil nos últimos anos (Crédito: Shutterstock)

Em função de tudo isso, procuremos lembrar da famosa metáfora do “copo cheio x copo vazio”.

Sim, não podemos de forma alguma fechar os olhos e deixar de lado todos os obstáculos que nos são apresentados para o desenvolvimento (copo vazio), entretanto, valorizemos também e vamos procurar concentrar nossos esforços naquilo que hoje está mais disponível, como alguns dos exemplos dispostos acima.

Qualquer coisa que pudermos fazer com os recursos que nos são oferecidos poderão servir para manter o “copo cheio”.

E com certeza, a cada novo conhecimento que pudermos adquirir, sendo aplicado para aumento de nossa capacidade e do bem daqueles que nos circulam, a probabilidade de um futuro melhor é iminente! Eu farei isso, e serei um influenciador para que outros sejam!

Não podemos esquecer de uma frase de impacto e extremamente verdadeira do grande Alvin Toffler:

Os analfabetos do século XXI não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas sim aqueles incapazes de aprender, desaprender e aprender de novo! – Alvin Toffler

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Fanático por leitura, Administrador de empresa e Especialista em logística e operações.

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